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sexta-feira, 6 de março de 2015

Cronologia do Universo Marvel - Filmes, Curtas e Séries

Oi, Quadrinheiros.

Este post é meio diferente, mas é só porque eu sempre achei meio confuso de explicar pras pessoas leigas sobre a real sequencia de fatos dos filmes, conciliando cinema, curtas e as séries.

Encontrei em um grupo do Facebook esta imagem que eu achei que a pessoa que fez foi genial.

Não fui eu que organizei, mas se você que estiver lendo souber quem fez me escreva e me conte quem foi para que eu dê os devidos créditos.

Basicamente é isso aqui, nesta sequencia, considerando o dia de hoje como referencia.



Interessante, né ?

Fica mais fácil de entender, inclusive porque ele(a) colocou até a sequencia das cenas pós-créditos.

Sensacional.

Abraços do Quadrinheiro Véio

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Mulher-Hulk - Mulher Solteira Procura

Olá Quadrinheiros.

Acabei de ler mais uma edição da Coleção Oficial de Graphic Novels da Editora Salvat, que é a Mulher-Hulk - Mulher Solteira Procura ( ô titulo infeliz... ). Esta edição reúne as edições de 1 a 6 da revista She-Hulk de 2004.
E vou começar dizendo que eu me diverti pacas lendo esta edição. Uma característica tipica da personagem é que ela mesmo não se leva a sério. Nem quando ela está em equipes. Lembro-me que meu maior contato com a Mulher-Hulk foi na época pós Guerras Secretas, em que ela foi convidada a substituir o Coisa no Quarteto Fantástico, quando ele resolveu passar mais um tempo lá no planeta do Beyonder.
Esta edição é muito, muito divertida. Se você pensou que fosse algo sério, pode ter se decepcionado. É o tipo de revista que é feita pra ser divertida, entra no cotidiano da vida de um super-herói mas do lado divertido disso. Tem 6 edições e logo de cara a gente já começa rindo da
situação em que uma pequenina Jennifer Walters se encontra presa embaixo de um 'namorado/caso/algo assim', na cama dela na mansão dos Vingadores.
Este tipo de comportamento acaba expulsando ela da mansão, por ser inapropriado. Além de ter vários 'namorados', ela ainda dava festas pra comemorar as missões de sucesso. Hilariante... hahahaha...
Acho que uma das coisas mais bacanas é quando ela está num momento da vida que nem ela está contente consigo mesma. Então um choque de realidade acontece: Ela é expulsa da mansão, perde o emprego na promotoria, perde o 'casinho' dela e
tudo isso por ser uma pessoa de pouca profundidade. Neste momento aparece um dono de uma das maiores empresas de advocacia da cidade e a convida para ingressar no time deles, porém só se ela for a Jennifer e não a Mulher-Hulk. Ela aceita e descobre que a empresa, secretamente, é a agencia que defende os Heróis Marvel em seus casos judiciais. E, por esta premissa toda, você já pode imaginar como acaba tudo partindo pra cenas hilárias, como o Coisa depondo num tribunal, o Aranha processando o Jamesson ou mesmo uma fuga em massa de vilões encolhidos no braço verde da moça.
Uma das coisas que impressiona bastante é a condução da narrativa. É uma condução bem boa, pensada, planejada. Dan Slot soube nos apresentar a personagem, situá-la e não deixar ponta solta sobre a vida dela antes de causar a grande virada e nos dar diálogos e situações que mesmo sendo engraçadas, são perfeitamente críveis dentro do universo heroico Marvel.
E os traços do Juan Bobillo e Paul Pelletier são constantes e harmônicos. E o
mais importante, as expressões ( coisa que sempre bato na tecla aqui no blog ) estão todas muito bem feitas. Além de ter o Coisa mais feio que eu já vi na vida, o rosto da Jennifer, sendo ela miudinha ou She-Hulk tem traços tão delicados e expressivos que são até apaixonantes. Uma aparência meio 'mangá', com olhos não muito grandes, mas expressivos e visivelmente entediados a maior parte do tempo e uma boca pequena em um rosto com poucas hachuras, deixa ela delicada e ao mesmo tempo contrastando com um corpo forte, musculoso. Eu realmente me encantei com as expressões de todos os personagens e a condução visual é muito boa. Tem um momento no começo da HQ, que ela acorda embaixo do rapaz na cama dela, em que ela está normal e percebe que está presa, que é bem desenhada. Percebemos ela fazendo força, e ao ver que não consegue se mexer mostra a língua... hahaha... aí, ela se transforma, fica enorme e verde, mas a pureza do rosto dela não muda. Isso que achei muito fantástico.

Realmente eu recomendo esta edição. Principalmente pra pegar leve, descontrair mesmo.

Abraços do Quadrinheiro Véio !



quinta-feira, 3 de abril de 2014

Os Novos Vingadores - Motim

Oi, amigos Quadrinheiros !

Não sei se muitos de vocês estão acompanhando a coleção oficial de Graphic Novels da Salvat, mas eu posso dizer que está valendo a pena. Claro que uma coisinha ou outra não vai agradar a todo mundo, algumas escolhas de estórias, por exemplo, mas no geral está sendo bem legal.

Hoje vou falar de Os Novos Vingadores - Motim. Esta edição não tem algo que podemos nos aprofundar muito. Ela reúne as edições de 1-6 de New Avengers que foi lançada originalmente em janeiro de 2005 nos EUA, e se passa logo após Os Vingadores - A Queda ( que também analisei aqui ). Após estes eventos marcantes e com a dissolução dos Vingadores, já que o Tony Stark agora está com pouco dinheiro pra manter a equipe e a maioria dos membros não tem mais clima pra continuar após a morte do Homem-formiga, Visão e Gavião Arqueiro, esta edição mostra uma nova equipe formada pela necessidade.
Uma fuga em massa de uma das instalações de segurança máxima da S.h.i.e.l.d., apelidada de "A Balsa", acaba por reunir um grupo bem improvável de heróis. Após uma reflexão meio nostálgica, relembrando o que formou o time original, Steve Rogers conversa com Tony sobre reunir uma nova equipe, já que o mundo necessita de uma super equipe, principalmente considerando que 42 dos 97 presos da Balsa fugiram. Então, acontece uma improvável formação em que Capitão América e Homem de Ferro reúnem Homem-Aranha, Luke Cage ( Powerman ), Wolverine e Mulher-Aranha. Tentaram convocar o Demolidor também, mas ele recusou respeitosamente, já que está numa fase conturbada. Confesso que como sou um grande fã do Demolidor, fiquei torcendo pra ele recusar mesmo. Sou do tempo que os Vingadores eram do time B da Marvel e não vai ser fácil isso mudar pra mim. Ainda não houve um momento deles que me fez acreditar que eles poderiam superar os X-Men, Homem-Aranha ou o Quarteto Fantástico. Mas, é minha opinião, não é uma verdade. Cada um pode e deve gostar do que quiser.
É a mesma dupla criativa da "Queda", sendo que é tudo um pouco mais sombrio. Os desenhos de David Finch estão formidáveis, mas ainda me incomoda um pouco as expressões faciais e movimento. Acho que ele cria muita pose e pouco movimento, sabe. Posições improváveis, até irreais no meio das lutas que faz parecer que os personagens estão o tempo todo fazendo pose pra foto. É um desenhista que é muito bom pra fazer capas, suas estórias parecem uma sucessão de capas... hehehe. Mas nada que incomode a leitura. Já o roteiro de Brian Michael Bendis é bom. Ele explora até um pouco demais as características dos personagens, como o Homem-Aranha que não para de falar e fala piadinhas o tempo todo. Sim, falar demais é uma assinatura dele, mas é muito usada e isso acaba cansando. Até tive vontade de mandar ele calar a boca. E considere que o Homem-Aranha é um dos personagens que eu conheço melhor. Li tudo que foi publicado dele desde o começo até o retorno do Peter Parker após horripilante saga do clone, que me fez afastar do personagem.  
Então, não lembro de ele forçar tanto a barra. O Capitão está sempre responsável demais e até gostei da volta da Mulher-Aranha original. Mas, sei lá, é tudo meio forçado. Tem uma hora que todos são presos pelados... sério isso ? Necessário ? A única coisa legal desta parte, é a Armadura do Homem-de-Ferro trabalhando sob comando de voz pelo Tony. Mas, de modo geral, você não fica preocupado, não sente medo, não fica ansioso pra saber como vai terminar. Não sente ameaça real. Mas pode ser que a continuidade que esta sequencia abre, seja boa. Não sei, não li.

Enfim, é bem legal saber como os Vingadores se viraram após os eventos de "A Queda", mas nada que mereça uma edição chamada Graphic Novel. Sem diminuir demais a qualidade, digo que é uma HQ muito interessante, mas não tem nada de épico, nada de extraordinário, nada profundo que leve a reflexão, que acrescente algo a vida do leitor. Apenas um bom entretenimento, que pra quem curte os Vingadores, vale a pena ser lido, mas sem esperar uma qualidade de roteiro superior ao das HQ´s regulares mensais.
Abraços do Quadrinheiro Véio.










quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Vingadores - A Queda

Bem vindo novamente, amigo do Quadrinheiro Véio.
Está parecendo que só gosto de Marvel, já que é o terceiro post do Blog e vou falar de mais uma passagem desta editora. Só que não... Gosto muito de DC Comics também. Prometo que o próximo será sobre uma saga bem legal da DC, que eu gosto muito e que está lá nos meus primórdios quadrinísticos.

Bom, entrando no assunto do post: Os Vingadores - A Queda. Sabe, eu mesmo tive uma queda legal em quantidade de leitura de quadrinhos após o final dos anos 90 e pouca coisa dos anos 2000 eu acompanhei. Acho que uma sequencia enorme de roteiros bem fracos me fez achar que, ou eu estava ficando velho pra HQ´s ou os roteiros estavam ficando fracos. Percebi que a segunda opção era a que mais condizia com a realidade.A gota d´água foi a saga do Clone do Homem-aranha. Sério, eu a lí inteirinha, todinha, até o final, até o Peter ir embora e ainda li quando ele resolve começar a vida normal escondido no interior e juro que tentei acompanhar o Aranha Escarlate. Até gostei do uniforme do Aranha Escarlate, mas, na boa, aquele uniforme que colocaram no Aranha quando ele assumiu o lugar do Peter... Sério que alguém gostou ? Bom, gosto se respeita... eu já to falando demais pro meu tamanho... hehehe... Outro dia falo sobre esta saga em especial, até mesmo porque preciso encontrar minhas revistas, reler pra poder falar com a memória cheia.

Agora, colecionando esta fantástica coleção da Salvat, acabo de ler o fascículo 34 com esta estorinha espetacular que é a Queda dos Vingadores, no original: "Avengers Disassembled". A série de autoria de Brian Michael Bendis e desenhada por David Finch começou na edição de Avengers #500 nos EUA e foi até a #504, tendo suas ramificações das demais revistas paralelas dos Vingadores realmente me surpreendeu, ainda mais que se passa em 2004/2005*.

Os Vingadores nunca foram um grupo muito interessante nos quadrinhos, sendo o segundo escalão da Marvel. Desde que eu os lia nos anos 80, sempre achei bem fraquinhas duas histórias, e acho que o Brian também devia achar isso, já que nesta série ele detona legal com a super equipe e de modo muito inteligente, ao ponto de fazer a gente perder o ar em alguns momentos.


Chega a ser delicioso ver a Mulher-hulk se descontrolando, agindo como o Hulk... A forma 
surpeendente e repentina com que o autor mata Scott Lang ( Homem-formiga ), o Tony Stark perdendo "as estribeiras" na ONU, a explosão de Jack Hardt, e todo o caminhar pra este final que é uma virada. Todo o diálogo com o Dr. Estranho me pareceu tão bem pensado que não percebi pontas soltas no raciocínio todo. E em um momento de respiro todos que fizeram parte da equipe aparecem no portão da mansão

destruída para ser solidários aos membros ativos e do nada uma armada Kree aparece e o pau come solto, logo após um androide Visão moribundo aparecer carregando 5 Ultrons dentro de si pra desespero dos heróis. Só não entendi porque o Thor não aparece, deve ter sido explicado em uma das revistas paralelas que eu não tenho. Se alguém puder me contar, agradeço.



Creio que as sacadas e as homenagens foram muito bem pensadas e o desenho está muito bom também. Gosto de pensar que tivemos um momento entre o começo dos anos 90 e meados dos anos 2000 em que foi estabelecido um equilíbrio entre roteiro e desenhos. Lembro-me que a mudança visual começou no começo dos anos 90 e ao mesmo tempo um declínio fenomenal nas qualidades das histórias. Atribuo isso tudo ao começo do Marketing 2.0. E olha que sou profissional de marketing, sei do que estou falando. Então, tivemos uma era com desenhos muito bons, com liberdade artística e de padronização de quadrinhos muito inovadora e linda, mas roteiros que beiravam ao amadorismo e a ausência de criatividade.

Aí, aparece esta reviravolta e volto a ter esperanças nas HQ´s novamente. Porque achei muito show o que foi feito com a Feiticeira Escarlate. Todo o passado dela levou a este momento, acho isso muito bom... Fazer ela enlouquecer e com seu poder, inconscientemente, atacar os Vingadores, matando seu marido Visão, o Homem-formiga e o Gavião Arqueiro, e ao final ter o Mestre Místico da Marvel, Dr. Estranho, tendo que intervir e, sendo tão poderoso como é, derrotar ela em apenas 2 páginas... cara, sério... vibrei. Pra fechar, o papai Magneto ao final vindo buscar a filha pra ver se o Professor Charles Xavier consegue ajudar ela só mostra como os quadrinhos me pareceram voltar aos bons tempos. E é legal notar o toque avermelhado na colorização, acho que dando vazão a algo grave, sangrento, repleto de ira. E cá entre nós, que mulher não enlouqueceria ao saber que tinha criado dois filhos com seus poderes, que estes haviam sido tirados dela, que sua memória foi apagada pra não saber disso e ela resolve trazer eles de volta ? Sim, doidinha de pedra... judiação... mas foi uma sacada genial.

Não sei como anda o dia a dia das HQ´s, mas esta virada foi mesmo muito boa. E o Réquiem no final, o momento que se reuniem os sobreviventes, meses depois pra discutir o que fazer e serem recebidos no portão pela população grata, foi bem legal. Mais legal ainda se colocassem um velho Phil Sheldon lá fotografando tudo. ( hehehehe ) Aliás, nesta parte, vários artistas fazem páginas duplas quando os membros vão se lembrando das principais passagens dos Vingadores. Realmente, os Vingadores eram tão fraquinhos que nem tem muito o que lembrar, mas o que tem, é memorável. Espero que o que tenha vindo depois tenha sido a altura, porque ainda não li.

Bom, é isso. Recomendo esta edição. Mesmo com lombada torta, a coleção da Salvar é boa. E eles já se pronunciaram pra trocar as edições que vieram com defeito. Agora é esperar.

Abraços, obrigado e até o retorno do Quadrinheiro Véio.


*Como podem ver, tenho preconceito lascado com os anos 2000 e espero que isso mude com o passar do tempo e este blog. Afinal, resolvi voltar a ler algumas coisas, a partir desta coleção de Graphic Novels.  Mas já adianto que será difícil demais alguém conseguir me convencer que os Novos 52 da DC é algo legal... :p )

Marvels

Este é talvez um dos melhores trabalhos já escritos e desenhados da Marvel.


As histórias foram escritas por Kurt Busiek, ilustradas por Alex Ross e editada por Marcus McLaurin. Uma mini série em 4 edições, lançado em 1994. Lembro-me que eu queria tanto esta história que eu encomendei de um rapaz de minha cidade que conseguia trazer de fora do país e depois, de um ano é que foi lançado no Brasil. Um detalhe bastante interessante é a capa, que na edição americana tinha esta borda preta impressa numa capa de plastico transparente e a pintura estava integral. Na edição brasileira, como sempre, isso se perdeu.

Uma das coisas mais legais e inusitadas desta série é a história da Marvel, colocando todos os heróis, as origens de seus principais personagens sob o ponto de vista das pessoas comuns, mais precisamente um repórter, um fotógrafo chamado Phil Sheldon.

Ao longo de 4 edições, um jovem fotógrafo começa sua carreira no Clarim Diário, tendo como colega de trabalho um também jovem J. Jonah Jameson que almeja se tornar o editor. Então, surgem os primeiros heróis, o primeiro Tocha Humana e Namor, o príncipe submarino. Durante uma das batalhas ele é atingido por um pedaço de pedra que se solta de um prédio e perde o olho esquerdo. Me pergunto se isso não é um simbolismo pra uma "Visão parcial" que ele dá sobre os eventos no universo Marvel.

Confesso que é muito emocionante. Ao ver como as pessoas normais reagiam os novos seres, ao surgimento de pessoas com super-poderes, o nascimento do Capitão América, como isso chegou aos jornais e como era a reação das pessoas n dia a dia. As crianças se inspirando, os adultos temendo e mais de perto ainda, como era o dia a dia da família do Phil. Nos tornamos íntimos de uma família classe média e dos pensamentos de um fotógrafo que está no dia a dia. Ao longo de toda a história, Ross coloca referências aos mais diversos personagens e também homenagens aos artistas e pessoas ligadas a Marvel. É como revisitar uma era mais simples, porém sob uma ótica mais humana e simples. Nos faz sentir como transeuntes.

Na segunda edição, um pouco mais velho, o Phil se vê de frente com a onda mutante. O medo, o preconceito, todo estampado em todo lugar nas ruas, as grandes ameaças e ainda tendo que lidar com a histeria das ruas durante o ataque dos sentinelas. No meio disso, uma mutante criança aparece na casa da família Sheldon, gerando apego. Muitos pensamentos que são compartilhados nos levam a pensar muito sobre o que o preconceito causa na nossa sociedade. Simplesmente lindo ! 

A chegada do Galactus e seu arauto, o Surfista Prateado marcam a terceira parte desta série, onde todo mundo fica sem entender nada nas ruas. Até o casamento do Senhor Fantástico e da Garota Invisível ( sim, é garota invisível, o nome mulher invisível viria apenas no final dos anos 80, explico em outro post qualquer dia ) aparecem na história. E um Phil mais velho acompanha tudo.

Na última parte o velho Phil acompanha Gwen Stacy e toda a sua revolta com relação as "Maravilhas" ( por isso o nome da série, Marvels ) começa a mudar. Ele percebe pela inocência dela como ele estava inserido em tudo aquilo e como não conseguia mais ter o olhar de fora. É muito lindo ver como Gwen ficava maravilhada ao ver as máquinas atlantes invadindo a cidade. Ao mesmo tempo, lançava seu livro auto biográfico de fotografias da carreira,com o nome de Marvels. Vê-lo lamentar a morte da Gwen e toda a percepção dele sobre os acontecimentos foi muito, muito emocionante, quando finalmente fecha com chave de ouro com um jovem Danny Ketch distribuindo jornais de bicicleta.

A série também foi vencedora de vários prêmios em 1994, que alçaram a carreira do Alex Ross. Após Marvels, Ross produziu Reino do Amanhã, para a DC Comics, que em breve ganhará meus comentários aqui no blog.
  • Ganhou "Melhor Série Finita" Eisner Award.
  • Ganhou "Melhor Pintura" Eisner Award, para Alex Ross
  • Ganhou "Melhor Design de Publicação" Eisner Award, para a Comicraft
  • Concorreu a "Melhor Artista de Capa" Eisner Award, para Alex Ross
  • Concorreu a "Melhor Lançamento" (Best Single Issue), para a Marvels #2 "Monsters"
Esta mini-série está sendo relançada na coleção da editora Salvat. Uma coleção que acho que vale a pena, pela qualidade e pelas histórias muito bem escolhidas. Tenho intenção de fazer a coleção e também de ir comentando sobre ela aqui no blog.

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Abraços do Quadrinheiro Véio !